13 novembro 2009

GUARANY FUTEBOL CLUBE


Fundação: 19/04/1907
Estadio: Antônio Magalhães Rossel (Estrela D'alva)
Cores do Clube: Vermelho e branco
Cidade: Bagé
Site Oficial: http://www.guaranyfutebolclube.com.br
E-mail: guaranyfc@hotmail.com

ESPORTE CLUBE 14 DE JULHO


Fundação: 14/07/1902
Estadio: João Martins
Cores do Clube: Vermelho e preto
Alcunha: Leão da Fronteira
Cidade: Santana do Livramento
E-mail: julianodalmolin@brturbo.com.br

07 novembro 2009

FOOTBALL CLUB RIOGRANDENSE



Fundação: 11/07/1909
Estádio: Colosso do Trevo
Cores: Vermelho e amarelo
Cidade: Rio Grande
Estado: Rio Grande do Sul
Mascote: Guri Teimoso
Alcunha: Colorado
Web: http://www.geocities.com/fbcriograndense/

SPORT CLUB SÃO PAULO



Fundação: 04/10/1908
Estadio: Aldo Dapuzzo
Cores: Verde e vermelho
Mascote: Leão
Alcunha: Rubro-verde
Cidade: Rio Grande
Estado: Rio Grande do Sul
Site Oficial: http://www.saopaulors.com.br
E-mail: presidencia@saopaulors.com.br

SPORT CLUB RIO GRANDE


Fundação: 19/07/1900

Estádio: Arthur Lawson
Cores: Verde, amarelo e vermelho
Mascote: Vovô
Alcunha: Vovô, Mais velho ou veterano
Cidade: Rio Grande
Estado; Rio Grande do Sul
Site Oficial: http://www.sportclubriogrande.com.br
E-mail: sportclubriogrande@hotmail.com

CLUBES CENTENÁRIOS DO FUTEBOL GAÚCHO.


Minha cidade, Rio Grande, que fica no litoral sul do Rio Grande do Sul, possui o clube mais antigo em atividade do futebol brasilero, o Sport Club Rio Grande, além desse, a cidade tem mais dois clubes profissionais de futebol, o Sport Club São Paulo e o FootBall Club Rio-Grandense, todos com mais de 100 anos de fundação. Sendo assim, pretendo nesse espaço, fazer um arquivo com todos os clubes do futebol gaúcho que já tenham completado seu centenário. Se possível, também pretendo fazer esse levantamento com os clubes centenários do Brasil, se o tempo me permitir.

19 outubro 2009

Sport Club Barrense, 78 anos do mais velho.



Quero utilizar esse espaço para parabenizar torcedores, simpatizantes e em especial a comunidade da Povoação da Barra, localidade do município de São José do Norte/RS, pela passagem dos 78 anos do clube de futebol mais antigo desse município, o SPORT CLUB BARRENSE. As festividades do alvi-verde praiano, comemorada no dia 18 de outubro, ainda foi coroada com a vitória de seus aspirantes pelo placar de 7 a zero frente ao Liberal e a também vitória de 1 a zero da categoria principal sobre a mesma agremiação. Ambas as partidas foram válidas pela 1ª rodada do 2ª turno do campeonato amador 2009 de São José do Norte, na qual a equipe do Barrense lidera a chave 1.

Parabéns ao Barrense e a toda comunidade da Barra!!!

04 outubro 2009

Sport Club São Paulo, 101 anos.


Hoje, 4 de outubro de 2009, o Sport Club São Paulo completa 101 anos de existência. Além de parabenizar o clube e sua imensa torcida, pois não é qualquer time do interior que resiste a tantos anos, faço o questionamento: o que a torcida tem a comemorar?
Infelizmente, a torcida rubro-verde nesse aniversário de 101 anos tem somente o saudosismo de suas glórias pretéritas e a esperança de rever um São Paulo forte como motivo de comemoração, já que o que vemos ou ouvimos não nos trás grandes motivações.
As forças políticas e empresariais da cidade continuam inertes ao futebol profissional e o São Paulo, que tanto já representou, inclusive nacional e internacionalmente o município do Rio Grande, continua resistindo, não sei como, a esse descaso.
Mesmo assim, o Leão está aí, completando seus 101 anos, e esperamos que continuemos comemorando seus aniversários, e que da próxima vez tenhamos fortes motivos para festejarmos.

01 setembro 2009

Muita criança em campo não pode!


Pasmem! O Internacional levou uma multa irrisória de R$ 150,00 por exceder o número máximo de 22 crianças dentro do gramado na entrada do time em dias de jogos. Tudo bem, em jogos como contra o Corinthians (19 de agosto), por exemplo, tinha mais de 100 crianças em campo, e eu até acho mais bonito o time entrar em campo correndo do que de mãos dadas com as crianças, defendo que elas tem que entra correndo também, junto com os atletas, fica mais vibrante e até acho que mais divertido para eles, mas a questão não é essa.
O que me indigna é que a CBF tem coisas muito mais sérias para se preocupar e tomar atitudes, mas não o faz, como punir de verdade “torcedores” violentos e baderneiros, jogadores que agridem colegas de profissão, cartolas corruptos e a falcatrua das arbitragens, como o escandaloso caso de 2005, que acabou não dando em nada, e que o mesmo Internacional acabou sendo penalizado, ou melhor, roubado mesmo.
É um absurdo, pois de tantas mazelas existentes dentro do futebol brasileiro e que não são sanadas, a CBF pune o Internacional por entrar com muitas crianças em campo e a denúncia surgiu logo em um jogo com o Corinthians. Será que já não é muita coincidência as punições do Inter, dentro e fora de campo, serem sempre com eles?

16 julho 2009

Futebol e Religião: culturas indissociáveis no Brasil.

A religião e o esporte são sem dúvida duas das mais fortes representações culturais da humanidade e, em princípio, poderíamos dizer que elas em nada coincidem. Contudo, é sabido que o Brasil possui uma imensa diversidade cultural, são distintas culinárias, vestimentas, sons, cores, sabores e credos e que de uma maneira ou de outra essa heterogeneidade acaba se convergindo para uma única manifestação cultural.
O Brasil é um país religioso, sendo o maior país católico do mundo, além de suas outras tantas religiosidades, desde as afro-brasileiras até as evangélicas. Também somos conhecidos mundialmente ou pelo menos assim nos denominamos, “o país do futebol”. Logo, em uma sociedade que acaba por misturar tantas manifestações culturais em suas vivências, a religião está presente, e muito fortemente no futebol brasileiro. Basta observarmos a fala dos jogadores, as declarações nas camisetas que estão por baixo do uniforme, as expressões corporais como fazer o sinal da cruz ou levantar as mãos pro céu, entre tantas outras.
Sendo assim, logo após a conquista da Copa das Confederações disputada na África do Sul, jogadores e a comissão técnica da seleção brasileira ajoelharam-se ao chão e abraçados em círculo rezaram em pleno gramado, para o mundo todo ver. No entanto, tal atitude foi repudiada pela FIFA e por Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa de Futebol que afirmou que "a religião não tem lugar no futebol".
Contudo, afirmo que a religião é parte preponderante do futebol no Brasil. Através de um estudo etnográfico sobre a relação entre o futebol e a religião, com vivência em vestiários, entrevistas com profissionais do futebol e conversas informais com pessoas ligadas a esse esporte, estou percebendo e constatando como a religião está presente dentro de um clube de futebol. Crenças, rezas, ritos e superstições fazem parte da preparação para o jogo, assim como o treino, a preleção, o aquecimento e o fardamento, ou seja, pelo menos no Brasil, a religiosidade é parte do futebol.
A religião no futebol brasileiro está muito além do que o senso comum possa imaginar ou ver, como entrar com o pé direito no campo, fazer o sinal da cruz ou orar com as mãos levantadas para o céu no meio do gramado. A fé, independente de religião ou credo, possui no futebol um tempo e um espaço reservado, imutável e que é seriamente respeitado pelas pessoas que fazem parte do futebol.
É uma pena que a entidade que comanda o futebol no mundo e pessoas ligadas ao esporte tenham uma visão tão etnocêntrica, a ponto de desrespeitarem uma cultura, seja por desconhecimento, o que acho pouco provável, seja por excesso de poder e de autoridade. Fazendo do futebol, tão somente mais um esporte mecanizado e economicamente interessante, sem levar em consideração os costumes que caracterizam e identificam cada nação.

14 julho 2009

Cada sociedade tem o futebol que merece.

Mais uma vez o ano termina mais cedo para o futebol riograndino, São Paulo e Rio Grande se despediram já na segunda fase da competição, deixando como única possibilidade de assistir a uma partida de futebol profissional a televisão.
Fico me indagando de como pode nossos clubes tão tradicionais estar perdendo espaço para clubes fundados recentemente, vindos de cidades pequenas, sem torcida, sem história, sem títulos e sem tradição. A resposta é dinheiro, investimento, patrocínio. Nossos clubes vivem ou sobrevivem sem nenhum aporte financeiro que lhes de uma segurança para que possa ser feito um planejamento ao longo do ano, enquanto isso, times até então desconhecidos vêm a Rio Grande jogar com nossos clubes com 3, 4 e até 5 patrocínios em seus uniformes, sem falar é claro do apoio político a esses clubes.
Infelizmente, não se faz mais futebol somente com tradição, camisa e torcida, é preciso investimento e na nossa cidade, com inúmeras indústrias mundialmente conhecidas, verdadeiras potências econômicas, chega a ser vergonhoso o descaso com que são tratados os clubes de futebol, além de outros esportes e atividades culturais em nosso município. Temos tudo para fazer de nossos clubes mais uma vez grandes forças do estado do Rio Grande do Sul, pois uma cidade que possui o clube de futebol mais antigo do Brasil e um time com uma torcida como a do São Paulo não pode ficar na penúria da Segunda Divisão por tanto tempo, sem mencionar o ostracismo, apesar da teimosia, que representa o Riograndense.
Outra questão que reforça a fragilidade de nossas equipes é o descaso com que grande parte da população riograndina trata nosso futebol, pois temos uma infeliz cultura de apoiar e prestigiar o que é dos outros e menosprezar o que é nosso. Muitas pessoas que gostam de futebol preferem se associar aos clubes de Porto Alegre do que aos nossos, pagam R$ 150,00 por uma camiseta da dupla Gre-Nal e acham caro pagar R$ 70,00 por uma da dupla Rio-Rita, gastam mais de uma centena de reais pra ir a capital assistir a um jogo e reclamam do ingresso a R$ 10,00 em Rio Grande. São coisas que não dá para entender.
Não estou dizendo que não devemos ter uma preferência clubística na capital, até por que isso é uma cultura do futebol, mas tenho convicção que temos que ter como primeira opção um clube de nossa cidade e se temos que consumir algo, que seja dos clubes daqui, pois são eles que representarão a cidade do Rio Grande e a nossa comunidade.
Sendo assim, digo que cada sociedade tem o futebol que merece e se atualmente vivemos um momento tão pobre no que diz respeito aos clubes de futebol é por que nossa sociedade (a população, forças políticas e econômicas) assim o quer. Enquanto isso continuemos assistindo jogos pela televisão e ouvindo saudosas histórias das conquistas dos nossos, um dia grandes, clubes riograndinos.

27 maio 2009

Levanta, sacode a poeira, agradece a Deus e da à volta por cima!


Quando ninguém mais acreditava – visto a derrota para o Farroupilha em pleno Aldo Dapuzzo – eis que ressurge o Leão, a velha garra Rubro-Verde. Com uma vitória na superação contra o Flamengo em Alegrete por 3 a 2, ressurgiu uma luz no fim do túnel, porém, eis que aparece outro tropeço, a derrota – apesar da boa atuação – para o Pelotas na Boca do Lobo. Sendo assim, para que não dependesse de nenhum resultado paralelo, somente a vitória interessava a equipe do São Paulo na última rodada da Segundona.
Jogando na tarde do último domingo (24/05) o São Paulo acabou vencendo o Guarany de Bagé no estádio Aldo Dapuzzo e garantiu sua classificação para a segunda fase da Segundona. Com o apoio da sua torcida o São Paulo jogava bem desde o primeiro tempo, mas somente aos 34 minutos da etapa final, Leandro Magrão, após cruzamento de Jorginho, marcou de cabeça o que seria o gol da classificação rubro-verde.
Após a partida, os jogadores comemoraram junto a torcida e em seguida, agradeceram a vitória e a conseqüente classificação com uma oração dentro do próprio gramado. Foi sofrido, mas agora é o momento de seguir em frente, sacudir a poeira e fazer bonito na segunda fase.

25 abril 2009

8 a 1? De novo?!

Alguns resultados do futebol são intitulados como clássicos, 1 a 0, 2 a 0, 2 a 1, entre outros, são alguns deles, tratado-se de finais de campeonatos então, em que os jogos costumam ser mais equilibrados eles são mais freqüentes. Contudo, o Internacional, consolidou-se campeão gaúcho de 2009 com uma goleada um tanto incomum, o colorado empilhou nada mais nada menos do que 8 a 1 na SER Caxias.
Até aí “tudo bem”, alguém pode dizer o que todos já sabem, ou seja, o Inter foi e é muito superior aos seus adversários nesse campeonato e o título era questão de esperar a data da final.
No entanto, o que me instigou a escrever esse texto não foi o fato da goleada de 8 a 1 em 2009, mas sim o fato de o placar da final de 2008 ter sido, incrivelmente, 8 a 1 também e contra um clube de Caxias do Sul, dessa vez o Juventude. Em dois anos consecutivos o Inter aplica avassaladoras goleadas em seus adversários nas finais do campeonato gaúcho.
É evidente que o Inter está num patamar muito acima dos clubes do interior do estado e possui com certeza um dos melhores plantéis do Brasil, mas mesmo assim fica a dúvida: essas goleadas foram mera superioridade técnica, coincidência, coisas do futebol, destino, fato extraordinário? Não sei! Mas que é intrigante um placar tão hiperbólico ao final do mesmo campeonato em dois anos consecutivos, ah... Isso não resta dúvidas!

07 abril 2009

O tradicional e esquecido futebol da Zona Sul.

Foto: Thiago Piccoli

Não há dúvidas de que a Zona Sul possui a maior concentração dos clubes mais tradicionais do estado do Rio Grande do Sul. Rio Grande, Pelotas e Bagé, juntas, possuem ao todo 9 títulos estaduais e clubes que já representaram suas cidades em Campeonatos Brasileiros como São Paulo/RG e Brasil/Pel. Contudo, infelizmente não se faz mais futebol só com tradição, camisa e torcida, o futebol moderno gira em torno do mercado, do capital e quem não tiver um aporte financeiro consistente está fadado a eternizar na Segundona Gaúcha.
Das oito equipes que representam as cidades supracitadas, seis estão disputando a Segundona 2009 (São Paulo, Rio Grande, Bagé, Guarany, Pelotas e Farroupilha), uma caiu para Segundona 2010 (Brasil) e outra há alguns anos não disputa competições oficiais (Riograndense/RG). Sendo assim, se nenhuma dessas equipes subir para a elite do futebol gaúcho do ano que vem, a Zona Sul não terá nenhum representante na Série A do Gauchão em 2010.
O que está havendo com o futebol? Equipes tradicionalíssimas, com torcidas maravilhosas como a do São Paulo e a do Brasil, por exemplo, estão fora da elite do futebol gaúcho, enquanto os chamados times de prefeituras ou de universidades, sem tradição, sem torcida, e por vezes sem estádio adequado, mas com aporte financeiro, ocupam o lugar dessas equipes, que têm torcida, têm títulos, têm camisa e têm história, mas não têm apoio e consequentemente, dinheiro.

01 abril 2009

Clássico eletrizante em Rio Grande.


São Paulo e Rio Grande fizeram um clássico eletrizante pela 4ª rodada da 1ª Fase da Segundona Gaúcha nesse domingo no estádio Aldo Dapuzzo. Para quem foi embora mais cedo do estádio ou desligou o radinho antes dirá: o São Paulo ganhou por 2 a 1! Pois ninguém mais esperava uma reação do Rio Grande, mas ela aconteceu.
O São Paulo, que marcou logo aos oito minutos com Henri, cedeu o empate para o Rio Grande aos 24 minutos, em cobrança de pênalti de Junior Xavier. No segundo tempo, o São Paulo voltou a marcar aos oito minutos com Schumacher. Esse resultado se arrastou até os 45 minutos do segundo tempo, quando novamente Junior Xavier, dessa vez de cabeça, empatou a partida.
Mas o castigo para a equipe rubro-verde, comandada por Paulo Cunha, ainda estava por vir. Quando ninguém esperava mais nada, Luis Paulo, aos 49 minutos, em uma jogada individual, driblando dois defensores e o goleiro, fez um golaço e liquidou a partida em 3 a 2 para o Rio Grande. Após o jogo houve muito protesto da torcida do São Paulo e o treinador Paulo Cunha pediu demissão, o que ainda não tinha sido aceito pela direção. Com a derrota, combinado com a vitória do Bagé sobre o Guarany, o São Paulo caiu para o terceiro lugar, já o Rio Grande, saiu da incomoda penúltima colocação e agora está em quarto com 5 pontos, um a menos que o São Paulo. Na próxima rodada o São Paulo vai até Santana do Livramento pegar o 14 de Julho, já que o jogo da 5ª rodada contra o Flamengo de Alegrete no Aldo Dapuzzo foi transferido para o dia 8 de abril, já o Rio Grande também vai até Santana do Livramento enfrentar o 14 de Julho, mas o jogo acontece nessa quinta-feira (02/04).

28 março 2009

Clássico Rio-Rita promete lotação completa do estádio Aldo Dapuzzo.


Nesse domingo (29/03) São Paulo e Rio Grande se enfrentam pela 4ª rodada da 1ª Fase da Segundona Gaúcha no estádio Aldo Dapuzzo. Um grande público é esperado, já que a procura de ingressos no estádio do São Paulo já é grande desde a última quarta-feira e a exemplo dos clássicos da Segundona do ano passado, é esperado lotação completa do estádio Aldo Dapuzzo, que atualmente, devido a uma de suas arquibancadas estar interditada, comporta somente 10 mil pessoas.Os dois clubes vem em situações opostas na tabela de classificação, o São Paulo, após duas vitórias consecutivas perante os seus rivais regionais Pelotas e Farroupilha, ocupa a vice liderança da Chave 1. Já o Rio Grande, que ainda não venceu, está em penúltimo lugar com dois pontos.A partida começa as 15:30 minutos no estádio do Sport Club São Paulo, e os ingressos custam R$ 10,00, idosos pagam R$ 5,00, Mulheres que não pegaram o passaporte no Banrisul pagam R$ 2,00 ou 1 quilo de alimento, sócios em dia não pagam ingresso. A entrada da torcida do São Paulo se dará pelo portão principal, pela Avenida Presidente Vargas, já a torcida do Rio Grande terá acesso pelo portão da Rua América.

23 março 2009

Torcida e time, na raça e na superação!

De uma equipe desacreditada à vice liderança da Chave 1 da Segundona Gaúcha. Esse é o São Paulo, que ontem foi até a cidade de Pelotas e venceu o Farroupilha no estádio Bento Freitas pelo placar de 1 a zero, com um gol contra de Cabral logo aos 10 minutos do 1º tempo.
O São Paulo começou bem a partida, mas logo após a marcação do seu gol o time rubro-verde foi pressionado pelo Farroupilha que perdeu algumas oportunidades de gol e pecou bastante em suas finalizações. Mesmo pressionado, o São Paulo conseguiu na raça e na superação manter o resultado e trazer os 3 pontos e a conseqüente vice liderança da chave para Rio Grande.


A torcida do São Paulo mais uma vez marcou presença, mesmo fora da cidade. Cerca de 200 torcedores se fizeram presentes no estádio Bento Freitas e apoiaram a equipe para mais uma vitória.
A próxima rodada marca o clássico Rio-Rita, o que já seria motivo para casa cheia, mas com o São Paulo vindo de duas vitórias contra clubes pelotenses – dos quais possue grande rivalidade – o domingo promete uma super lotação do Aldo Dapuzzo, tanto pelo lado rubro-verde, como pelo lado tricolor.

19 março 2009

Segundona 2009


É pessoal, mas uma Segundona começa, mais um ano de esperanças para rubro-verdes e tricolores poderem ver seus times subindo a elite do futebol gaúcho. O início da temporada foi de poucos investimentos e de um início não muito promissor, já que o Rio Grande estreou jogando em seus domínios e perdeu para o modesto Flamengo de Alegrete por 2 a 1, e o São Paulo foi até a cidade de Bagé e perdeu para o Guarani por 1 a zero.
Contudo, a segunda rodada nos da mostras de que o campeonato, pelo menos nessa primeira fase, vai ser muito equilibrado, pois o Rio Grande, mesmo tendo perdido na estréia em casa, conseguiu um bom empate contra a equipe do Bagé na Rainha da Fronteira e o São Paulo desbancou o Pelotas dentro do Aldo Dapuzzo num jogo emocionante.
Resta-nos agora esperar o desenrolar da competição e torcer por nossos clubes, com a esperança de que seus plantéis possam ser reforçados para encarar as peleias que vem pela frente.



19 fevereiro 2009

CITADINO 2009 - PARTE I

Terminou e com muito sucesso o Citadino de 2009. Eu nunca tinha visto um campeonato Citadino dos clubes profissionais tão prestigiado e empolgante como este.
O S. C. São Paulo sagrou-se campeão, o que já era esperado, pois, mesmo com o time em formação para a Segundona Gaúcha, possuía em seu plantel jogadores experientes, alguns bastante rodados. O vice-campeão, S. C. Rio Grande, com um grupo jovem mostrou que se existisse um apoio às categorias de base em nossa cidade – e o Rio Grande a medida do possível vem melhorando nesse aspecto – precisaríamos contratar o mínimo possível de jogadores de fora, pois talento nos campinhos dos bairros de Rio Grande temos bastante, o que falta é um incentivo para que se possa trabalhar com uma infra-estrutura adequada. E o grande homenageado do campeonato, o FBC Riograndense, utilizando-se de jogadores amadores da nossa cidade – em que muitos soltavam do trabalho e iam jogar – incomodou bastante a vida de seus adversários, outro motivo que nos mostra que temos jogadores qualificados em nossa região, mas que quando não se perdem pelo meio do caminho por falta de apoio e orientação, os perdemos mais cedo ou mais tarde para outros clubes por questões financeiras, são os casos de Rudi, Mano, Maurício, Matheus, Zé Anderson, Felipe Pinto... só pra citar alguns!
No mais, ficou a impressão que tanto o São Paulo como o Rio Grande precisam se qualificar e muito para a disputa do campeonato Gaúcho. O que nos deixa um pouco mais aliviado é que conversas informais prometem reforços qualificados. É esperar pra ver!!!

CITADINO 2009 - PARTE II

Os pontos positivos desse torneio foram a organização e a presença das torcidas. Há poucos anos víamos públicos irrisórios nos torneios citadinos e até mesmo nos campeonatos gaúchos, contudo, o citadino desse ano mostrou o quanto um torneio bem organizado e divulgado atrai o público. Basta vermos as quase 5 mil pessoas que se fizerem presentes no jogo final, mesmo sendo realizado em período de férias, praia, eventos carnavalescos, entre outros atrativos do verão. Torço para que o citadino tenha vindo pra ficar e que se torne um evento periódico em nossa cidade.
Parabéns aos idealizadores e organizadores!!!

CITADINO 2009 - PARTE III

O ponto negativo foi o grande número de cartões vermelhos em todo o campeonato, sendo que só na final foram seis expulsões, 3 para cada lado. Além disso, outros fatos também foram preocupantes, como o princípio de tumulto entre as torcidas do São Paulo e a do Rio Grande, em uma partida em que o São Paulo nem estava jogando, já que a mesma era entre o Rio Grande e o Riograndense e também o empurrão dado pelo goleiro Patrick, do Rio Grande, no gandula no jogo da final, em que o gandula acabou caindo ao chão, podendo até mesmo ter batido com a cabeça na mureta da tela. Um jogador de qualidade como o Patrick e que tem um excelente futuro como atleta não pode estragar sua recente carreira com atitudes lamentáveis como essa. Sem falar é claro nos empurrões e safanões que vários atletas de todas as três equipes andaram trocando.
Mas, não querendo justificar, são coisas que ainda existem no futebol, ainda mais num torneio só de clássicos, em que os ânimos ficam exaltados. Contudo, vale ressaltar que violência não justifica nada, tem que jogar é bola e fazer espetáculo.

CITADINO 2009 - PARTE IV

Ainda sobre as torcidas... Alguém ainda tem dúvida sobre quem é a maior torcida da cidade? Pessoal, creio que tenha ficado bastante claro que o S. C. São Paulo possui disparado a maior torcida, quem foi a todos os jogos pôde constatar tal fato. Agora sobre a segunda maior torcida da cidade fico ainda com dúvida. Claro que a torcida do Rio Grande, na final, superou a do Riograndense em seus outros dois jogos. Mas se levarmos em consideração que o Riograndense não disputa campeonatos oficiais há alguns anos e, mesmo assim, levou muita torcida aos seus jogos, inclusive podendo ter sido maior até do que a do Rio Grande no clássico Rio-Rio, fica, então, a minha dúvida. Como eu disse em outro texto nesse mesmo blog, torcedor é aquele que vai ao estádio torcer e não aquele que só fica em casa com o radinho no ouvido dizendo “eu sou Leão, eu sou Vovô ou eu sou Guri Teimoso”.
Por fim, fica a impressão de que a torcida do São Paulo continua grande e fanática, a do Rio Grande vem crescendo muito rapidamente e é apaixonada e a do Riograndense continua teimosa. Como seria bom ver a torcida do Guri Teimoso nos campeonatos estaduais novamente. Isso só iria aguçar ainda mais as torcidas da nossa cidade.

CITADINO 2009 - BALANÇO FINAL

São Paulo 1 x 0 Rio Grande
Riograndense 0 x 1 São Paulo
Rio Grande 3 (4) x (3) 3 Riograndense



Finais
São Paulo 1 x 1 Rio Grande
São Paulo 4 x 2 Rio Grande


08 fevereiro 2009

Lugar de mulher é... no estádio!

É público e notório que vivemos numa sociedade patriarcal e machista. Isso até pode não ser mais tão explícito como há algumas décadas atrás, mas muitos atos cotidianos camuflam situações – tornando-as sutis – em que as diferenças de gênero ficam bem evidenciadas.
Todavia, a mulher, veio conquistando o seu espaço na sociedade, inclusive nos ambientes em que se tem, ou se tinha, por único e exclusivo dos homens. Quer frase mais corriqueira do que: “futebol é coisa pra macho!”? Até bem pouco tempo, tal “lenda” não era discutida e todos a aceitavam com a maior naturalidade.
Contudo, o futebol, assim como outros ramos sociais, vem se tornado um espaço de profissão e de lazer também para as mulheres. Jogadoras, árbitras, comentaristas, preparadoras físicas e, é claro, torcedoras constituem o futebol de nosso tempo. Quem sabe em breve não teremos também treinadoras? Se é que elas já não se fazem presente sem o meu conhecimento!!!
Aqui mesmo em Rio Grande temos o caso da preparadora física do FBC Riograndense, Débora Freitas, que é a segunda mulher na história a ser preparadora física de um clube profissional da cidade. A primeira foi Cleusa Maia, que atuou no S. C. São Paulo na década de 70.
Outro fato que quero chamar atenção é a presença feminina nos jogos do S. C. São Paulo. Desde o ano passado, em que a cidade passou por uma Sampamania, muitas mulheres passaram a frequentar o Aldo Dapuzzo, além disso, muitas passaram a fazer parte das torcidas, antes, muitas vezes, marginalizadas, o que afastava mulheres e famílias que iam ao estádio e se posicionavam longe dessas aglomerações.
Faço tal ressalva para demonstrar que a presença das mulheres ainda nos causa espanto e desconfiança quando o cargo lhes exige responsabilidades. A cultura que aprendemos de que “futebol é coisa pra homem” está tão impregnada em nossa carapaça social que ainda estranhamos as meninas que jogam bola, as árbitras que apitam o jogo do nosso time, a profissional responsável pela preparação física dos atletas que torcemos, a mulher que comenta uma partida de futebol ou ainda as meninas que pulam e cantam do nosso lado em uma torcida.
Alguém pode dizer: mas isso é normal! Normal desde quando? Temos que admitir que a presença feminina no futebol ainda nos causa espanto – tanto aos homens quanto às mulheres – tanto é que a participação de uma preparadora física no Riograndense rendeu uma enorme reportagem nas páginas centrais e capa do caderno “Mulher Interativa” do Jornal Agora, de sete e oito de fevereiro deste ano. E eu não estaria escrevendo sobre a presença feminina nos jogos do São Paulo se eu não tivesse escutando tantos comentários sobre tal fato.
Por fim, sejam muito bem vindas mulheres! O espetáculo apaixonante do futebol também é pra vocês!!!

04 fevereiro 2009

A maior torcida da cidade!

Ao ler um texto de Guilherme Fontana intitulado “Afinal de contas, qual é a maior torcida?” no site da torcida do Sport Club São Paulo, Leões do Parque, percebi que essa discussão já há algum tempo permeia as rodas de conversas entre os torcedores, as enquetes em meios de comunicação e, é claro, as declarações, através da mídia dos dirigentes dos clubes.
A torcida do S. C. Rio Grande aumentou consideravelmente sua presença nos estádios nos últimos três anos, fazendo festas que surpreenderam a muitos, inclusive a mim. A do S. C. São Paulo sempre evidencia a sua força quando o time mostra alguma chance de ganhar algo, pois, quem não se lembra das multidões que lotavam o Aldo Dapuzzo em 2008? Emocionante... Coisa de dar inveja a muitos clubes que disputam campeonatos nacionais... Já a do FBC Riograndense não tem tido a possibilidade de demonstrar sua paixão em campo e mesmo sem atuar no futebol profissional há anos existem algumas pessoas que ainda amam esse clube, basta conversarmos com um desses saudosistas torcedores para percebermos o entusiasmo com que eles contam as façanhas do clube.
Sendo assim, creio que não é através de votação por sites, telefonemas para enquetes da TV ou ainda através de discursos dos dirigentes que se prova quem é a maior torcida da cidade. Tenho a convicção que torcida é aquela que vai ao estádio e não aqueles que ficam com o radinho no ouvido sentado no sofá de casa. Logo, não há chance maior de mostrar quem é a maior torcida do que agora no Citadino. Basta ir a campo e mostrar de fato quem é a maior torcida da cidade.

Essa é a hora, depois não adianta discursinhos!!!

E para lembrar... Hoje, às 20h, no Dapuzzo, tem São Paulo x Rio Grande.

29 janeiro 2009

Torcer “à brasileira” ou “à argentina”?

Para quem torce de verdade para um time de futebol, não há nada melhor do que a festa de sua torcida; é lindo e emocionante ver o espetáculo que as torcidas fazem quando um time entra em campo ou é feito um gol. Bandeiras, faixas, rolos de papel, fogos, luzes, fumaça, papel picado, batucadas e cantos, muitos cantos. Para quem já teve a oportunidade de ficar pulando e cantando junto com uma massa fervorosa e apaixonada sabe do que eu estou falando.
Tradicionalmente as torcidas brasileiras se caracterizaram por bandeirões, faixas penduradas e por suas empolgantes charangas, que misturavam ritmos carnavalescos com “gritos de guerra” das torcidas.
Por outro lado, vemos que desde 2001, a torcida do Grêmio e mais tarde a do Internacional passaram a torcer de maneira semelhante aos nossos hermanos (argentinos e uruguaios) – há quem diga que tal estilo foi inventado pelos mexicanos.
Ou seja, multidões se posicionam atrás dos gols, com barras de tecido estendidas entre as pessoas, centenas de bandeirinhas pequenas, alguns instrumentos de percussão e muita disposição para entoar, sem parar, os cantos, que, diga-se de passagem, são muito contagiantes.
Essas torcidas chamadas de Barras Bravas, ou esse estilo de torcer “argentinizado” acabou por se dizimar pelo estado do Rio Grande do Sul e mais recentemente pelo Brasil. Sendo assim, nossa cidade – Rio Grande – não ficou de fora desse novo estilo de torcer.
Todos conhecem a fama da torcida do Sport Club São Paulo, como diz o trecho do seu hino, “Tua torcida se inflama, exalta a fama por onde ela fora”, seja pela sua paixão, pelas suas excursões pelo estado e, infelizmente, também pelos seus conflitos violentos – coisas do passado, graças a Deus – com outras torcidas, principalmente da vizinha cidade de Pelotas. Contudo, no ano do centenário do clube (2008), surgiu uma nova torcida no São Paulo, os Leões do Parque, que fugiu totalmente do jeito tradicional de torcer que até então os rubro-verdes e a comunidade riograndina estava acostumada.
No estilo das Barras Bravas argentinas, os Leões do Parque, apesar de seu início tímido, não paravam de cantar e batucar um instante se quer. Aos poucos outras pessoas foram se aglutinando ao movimento e eles passaram a encantar e agitar os jogos do São Paulo na 2ª divisão gaúcha e continuaram pela Copa RS.
E é justamente aí que eu quero chegar. Enquanto na 2ª divisão as duas torcidas ficavam bem separadas, cada uma torcendo no seu estilo, uma mais “à brasileira” e a outra “à argentina”, na Copa RS o que percebi foi o desaparecimento da tradicional torcida e a ocupação, inclusive de espaço – atrás do gol – da nova torcida, que antes ocupava um lugar mais “escanteado” na arquibancada.
Fico assim com algumas dúvidas. Voltaria à tradicional torcida para o campeonato estadual que está prestes a começar? Ou os Leões do Parque vieram pra ficar e se caracterizarão como o novo jeito de torcer rubro-verde?
Isso só o tempo dirá! Mas que apesar de nós brasileiros não gostarmos muito dos argentinos quando o assunto é futebol, uma coisa temos que dar a mão a palmatória: eles sabem torcer como ninguém e não há quem não se empolgue com seus cantos. Então não há nada de mal em reproduzir o que é bom, o que é bonito.

VALE A PENA CONFERIR!!!
http://www.leoesdoparque.com.br/

28 janeiro 2009


AÍ VEM O CITADINO!!!
S. C. São Paulo
S. C. Rio Grande
FBC Riograndense
Quem vai sair campeão?
Depois de alguns anos, se não me engano o último foi em 2004, mais uma vez teremos uma edição do campeonato citadino entre os clubes profissionais da cidade do Rio Grande. Acredito ser fundamental esse tipo de competição, pois as vésperas da segundona gaúcha esse é o momento de avaliar jogadores, agitar as torcidas, esquentar a rivalidade e reviver os tradicionais clássicos.
Contudo, isso não deveria ser um evento esporádico, ano tem, ano não tem, há de se ter um planejamento para que mais do que nunca esse torneio se transforme em um evento anual, organizado não só pelos clubes, mas a exemplo do que aconteceu esse ano, deve ser permeado também pelas forças políticas do município.
Resta-nos agora tirar nossas camisetas e bandeiras do armário e aguardar as peleias previstas para o Estádio Aldo Dapuzzo.

OS JOGOS:
São Paulo x Rio Grande (04/fevereiro - 20h)
Riograndense x São Paulo (07/fevereiro - 20h)
Rio Grande x Riograndense (11/fevereiro - 20h)

FINAIS:
Dias – 14 e 19 de fevereiro.

27 janeiro 2009

SOMOS RIOGRANDINOS E NÃO PORTOALEGRENSES!

O futebol é uma paixão nacional e isso não é diferente em nossa cidade, esse grande fenômeno esportivo já moveu nossas torcidas e aglutinou verdadeiras multidões, dentro e fora do nosso município. Embora nossos clubes de futebol sejam tradicionalmente conhecidos e muitas glórias já trouxeram para nossa cidade, vimos nos últimos anos a sucumbência de nossas equipes e conseqüentemente de suas torcidas.
Porém, recentemente duas equipes – S. C. Rio Grande e S. C. São Paulo – vêm ressurgindo de um ostracismo que incomodava os amantes do futebol e os mais fanáticos torcedores desses clubes.
O S. C. Rio Grande que por muito tempo disputou campeonatos pelo simples ato de participar, se reestruturou nos últimos 2 ou 3 anos, fazendo ressurgir sua torcida e a possibilidade de um acesso a elite do futebol gaúcho. Já o S. C. São Paulo, que sempre foi um clube de massa, há anos vem aos trancos e barrancos fazendo sofrer sua enorme torcida, porém no ano do seu centenário reacendeu uma esperança para o clube do povo.
Atualmente vemos as multidões que vem acompanhando a reestruturação do São Paulo, o que além de fazer ressurgir sua fanática torcida, vem formando novos torcedores, entre eles muitas crianças e mulheres.
No entanto, nos jogos da dupla Rio-Rita, há um fato que me incomoda bastante, que considero desrespeitoso e por vezes ridículo, que é o fato do uso de camisetas da dupla Gre-Nal em jogos dos clubes da nossa cidade.
É evidente que nos estados onde há grandes clubes nas capitais, as populações do interior acabam se identificando com algum desses clubes, isso é fato e é uma questão cultural. Logo, não estou dizendo que não devemos torcer para Inter, Grêmio ou qualquer outro grande clube, a questão está no fato de as pessoas darem mais importância e valor ao que é dos outros, inferiorizando ou deixando em segundo plano o que é nosso. Pois, se há camisetas do São Paulo e do Rio Grande para vender, porque ir ao jogo com uma camiseta do Inter ou do Grêmio?
Além disso, as pessoas não percebem que os clubes da cidade estão galgando um lugar para disputar um campeonato com os clubes da capital. Logo, onde fica nosso bairrismo? Será que não devemos ser mais riograndinos?
É ora de darmos um basta às camisetas da dupla da capital em nossos estádios e nos conscientizarmos que nossa primeira opção deve ser algum clube da nossa cidade, pois só assim teremos times fortes, competitivos e de expressão midiática.
Sendo assim, tenho a convicção que quando há jogo do Aldo Dapuzzo ou no Arthur Lawson é dia de esquecer que temos outra opção clubística e lembrarmos que antes de mais nada somos riograndinos e que aqui há clubes mais do que tradicionais e que também possuem suas cores e merecem o devido respeito.